
Azahara Margon é aluna da ESAD de Málaga e frequenta o 2.º semestre da licenciatura em Artes Performativas da ESTAL ao abrigo do programa Erasmus+. Quisemos saber por que razão decidiu fazer Erasmus em Portugal, quais as primeiras impressões de Lisboa, da ESTAL, dos colegas, dos professores e muito mais.
ESTAL - Porque escolheste a ESTAL para fazer ERASMUS?
Azahara - Queria estudar no estrangeiro. Escolhi Portugal e Lisboa pela proximidade de Espanha. Optei pela ESTAL porque está no centro da cidade, e, sobretudo, por tudo de bom que me foi dito na minha Universidade.
Como foi a tua adaptação à cidade, a um país novo e a uma língua diferente?
- Estava com algum receio de vir. Estava com medo da língua, naturalmente, e nunca tinha estudado no estrangeiro, assim, sozinha. Mas sou daquelas pessoas que se adapta muito rapidamente às situações e até foi fácil”.
Quais as tuas primeiras impressões de Lisboa?
Lisboa é uma cidade muito próxima de Espanha mas ainda assim desconhecida. A cidade tem um encanto qualquer. Não sei explicar. Ao início tudo me parecia velho, antigo e estragado mas com o passar dos dias, as mesmas paredes agora parecem-me lindíssimas, boémias… têm um encanto!
No futuro o que te imaginas a fazer?
A minha paixão é o cinema. Gostaria de ser actriz. É o meu sonho. Sinto que o cinema é mais intenso e muito mais difícil para mim. É necessário, as vezes, repetir a mesma cena sem parar, mas com a mesma intensidade. Por outro lado é possivel ver o resultado imediatamente.
E a ESTAL?
“Os professores estão sempre muito próximos de nós. As aulas são muito diferentes, mas há muito mais liberdade de criação. Aqui o trabalho passa muito mais pela alma, do que pela razão. Ainda ontem nos pediram para ir para a rua fazer um exercício. Tínhamos de defender porque é que a rua, onde estávamos, era bonita ou feia. Aprendemos que nos relacionamos com as experiências de várias formas, não necessariamente através da razão. Este tipo de aprendizagem é constante na ESTAL e isso transmite-nos muita liberdade de sentimentos, mas não só. Estou muito feliz aqui!”.