
Encontram-se abertas as candidaturas para o Curso em Classificação de Diamantes Lapidados, que tem início já no próximo dia 15 de Fevereiro, nas instalações da ESTAL. Esta formação, ocorre em parceria com a HRD Antwerp, sob a chancela da World Diamond Mark e da Associação dos Diamantiers de Portugal.
Apresentação
O diamante é, sem dúvida, a mais notável das pedras preciosas.
O nome diamante deriva do grego “adamas”, que significa invencível ou inconquistável, pela sua dureza, e “daphanes”, que significa transparente.
O Curso de Classificação em Diamantes Lapidados da HRD Antwerp em parceria com a ESTAL e com o Institute Intelligence Diamond, sob a chancela da World Diamond Mark e da Associação dos Diamantiers de Portugal, surge por via da entrada de Portugal no Processo de Kimberley, como uma nova oportunidade no mercado de trabalho e uma extensão de negócios para quem já trabalha na área, num setor cada vez mais dinâmico e em constante crescimento.
A nova legislação que regula a importação e exportação de diamantes em bruto vem criar no mercado português uma oportunidade única para empresas e técnicos portugueses desenvolverem e lançarem projectos pioneiros na área do investimento, comércio, lapidação, design de joalharia, entre outros, relacionados com os diamantes em bruto.
Para além de estar aliado à beleza, à emoção e ao simbolismo, o diamante, constitui um ativo seguro, de baixa volatilidade e como tal um meio atractivo para diversificar a carteira de investimentos do investidor.
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A este propósito informa-se que o Lisbon Diamond Office, entidade sob a tutela da Associação dos Diamantiers de Portugal, abriu, no passado dia 29 de Janeiro, as suas portas e recebe a primeira remessa de diamantes em bruto provenientes do Continente Africano.
Localizado no Aeroporto de Lisboa, o Lisbon Diamond Office visa proporcionar aos traders de diamantes um local seguro e com todas as condições e recursos para realizar a guarda, verificação e peritagem de remessas de diamantes em bruto, lapidados e gemas de cor.
Nunca é demais recordar que Portugal teve uma importante indústria de lapidação, chegando mesmo a dar nome a dois tipos de corte de diamante, o Lisbon Cut e o Portuguese Cut.
No século XVI, quando os portugueses conseguiram alcançar as Índias por rota transoceânica, os judeus portugueses faziam acordos com os capitães dos navios para que comprassem os diamantes diretamente dos mineiros de Goa. Assim, Lisboa acabou por se transformar na principal porta de acesso dos diamantes, na Europa.
Com a abertura do Lisbon Diamond Office e da Bolsa de Diamantes em Bruto de Lisboa, Portugal reentra no setor dos diamantes e volta a marcar a sua posição como porta de acesso dos diamantes, na Europa.